Explorar Waterloo
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O Museu Wellington ocupa uma antiga estalagem de 1705 no centro de Waterloo, onde o duque de Wellington teve o seu quartel-general nas noites de 17 e 18 de junho de 1815 e escreveu o seu despacho sobre a vitória. As suas salas apresentam a campanha e a batalha com armas, gravuras e objetos dos exércitos que combateram, e acolhe exposições temporárias.
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O Memorial 1815 é o centro de visitantes do campo de batalha de Waterloo, a sul da cidade, em Braine-l'Alleud, inaugurado em 2015 para o bicentenário da batalha de 18 de junho de 1815. A sua exposição de 2000 m² mostra fardas, objetos da época, mapas animados, uma maqueta da batalha com 33 m² e um filme 4D; o bilhete inclui também a Colina do Leão, o Panorama e Hougoumont.
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O Panorama da Batalha de Waterloo é uma rotunda construída em 1912 segundo projeto de Franz Van Ophem junto à Colina do Leão, no campo de batalha a sul da cidade, em Braine-l'Alleud. No interior, a pintura circular de Louis Dumoulin, com 110 metros de comprimento e 12 de altura, mostra cargas da cavalaria francesa a 18 de junho de 1815; partilha o bilhete do Memorial 1815.
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A Colina do Leão é uma colina artificial de 40 metros no campo de batalha de Waterloo, a sul da cidade, em Braine-l'Alleud, concluída em 1826 para o rei Guilherme I dos Países Baixos no local onde o seu filho, o príncipe de Orange, foi ferido a 18 de junho de 1815. 226 degraus levam até à estátua do leão; partilha um único bilhete com os sítios do Memorial 1815.
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local histórico · Waterloo Fechado agora
Hougoumont é uma quinta murada no campo de batalha de Waterloo, a sul da cidade, em Braine-l'Alleud, que as tropas aliadas defenderam contra sucessivos ataques franceses durante todo o dia 18 de junho de 1815. Restaurada para o bicentenário e reaberta em 2015, tem quatro salas de museu e um espetáculo de vídeo de 25 minutos; partilha um único bilhete com os outros sítios do Memorial 1815.
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O Museu Horta ocupa a casa e o ateliê que o arquiteto Victor Horta construiu para si próprio em Saint-Gilles entre 1898 e 1901. As suas salas Arte Nova conservam o seu mobiliário, os candeeiros e os puxadores das portas, e desde 2000 a casa integra a Lista do Património Mundial da UNESCO, juntamente com outras três casas urbanas de Horta.
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O Parlamentarium é o centro de visitantes do Parlamento Europeu, aberto em 2011 no complexo Espace Léopold, na esplanada do Parlamento. Uma exposição multimédia com guia pessoal nas 24 línguas oficiais da UE explica o funcionamento do Parlamento e das outras instituições da UE, com um cinema de 360 graus e um mapa interativo da Europa no chão.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
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O Museu de Arte e História, chamado Museu do Cinquentenário até 2018, ocupa uma ala do conjunto palaciano do Parque do Cinquentenário. As suas coleções, transferidas para aqui da Porta de Halle a partir de 1889, abrangem a arqueologia belga, as civilizações não europeias e as artes decorativas europeias; as galerias de antiguidades clássicas estão encerradas para renovação.
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O Autoworld é um museu do automóvel no Pavilhão Sul do complexo do Cinquentenário, um pavilhão de exposições de ferro e vidro no Parque do Cinquentenário. Expõe mais de 300 automóveis e motociclos do final do século XIX aos nossos dias, com destaque para veículos antigos e de fabrico belga, como os Minerva e as limusinas da família real belga.
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atração turística · Bruxelas A The View Brussels é uma roda-gigante de 55 metros na Place Poelaert, junto ao Palácio da Justiça, no limite da cidade alta. Construída pela Mondial, nos Países Baixos, em 2015, tem 42 gôndolas semifechadas para oito pessoas cada, um comentário áudio em cada gôndola e vista sobre os Marolles e o centro da cidade.
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A Casa da História Europeia é um museu criado pelo Parlamento Europeu e inaugurado em 2017 no antigo Hospital Dentário Eastman, no Parque Leopoldo. A sua exposição permanente em cinco pisos acompanha a história da Europa, sobretudo nos séculos XIX e XX, através de objetos, documentos e multimédia, a par de exposições temporárias.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
O Parque do Cinquentenário é um parque público de 30 hectares no Bairro Europeu, criado para a Exposição Nacional de 1880 que assinalou os 50 anos da independência belga. A sua peça central é o arco do triunfo concluído em 1905, ladeado por colunatas e pavilhões que albergam o Museu de Arte e História, o Autoworld e o Museu Real das Forças Armadas.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
O Palácio Real de Bruxelas é o palácio oficial do Rei dos Belgas, em frente ao Parque de Bruxelas, do outro lado da Place des Palais. O seu núcleo data do final do século XVIII e a fachada atual foi acrescentada depois de 1900, sob Leopoldo II. Todos os verões, desde 1965, os visitantes podem percorrer as salas de aparato, incluindo a Sala do Trono e a Sala dos Espelhos.
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Os Museus Reais de Belas-Artes da Bélgica são um grupo de museus de arte federais no Mont des Arts, cuja coleção abrange pintura e escultura a partir do século XV. O Museu dos Mestres Antigos, num edifício de Alphonse Balat na Rue de la Régence, mostra obras de Rogier van der Weyden, Pieter Bruegel, o Velho, Rubens e Jordaens.
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O Museu Magritte é dedicado ao pintor surrealista René Magritte e faz parte dos Museus Reais de Belas-Artes da Bélgica. Aberto em 2009, ocupa um edifício neoclássico do século XVIII na Place Royale e mostra pinturas, desenhos, esculturas, cartazes, fotografias e filmes de Magritte em vários pisos.
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O Museu BELvue apresenta a história da Bélgica desde 1830 no Hôtel Belle-Vue, uma casa senhorial neoclássica do século XVIII entre a Place Royale e a Place des Palais, junto ao Palácio Real. Gerido pela Fundação Rei Balduíno, aborda temas como a democracia, a migração e a língua, a par de uma galeria com mais de 200 objetos.
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O Museu dos Instrumentos Musicais reúne uma coleção de quase 10 000 instrumentos da Europa e do resto do mundo. Desde 2000 ocupa o edifício Old England, um armazém Arte Nova construído por Paul Saintenoy em 1899, e o edifício neoclássico contíguo do século XVIII, de Barnabé Guimard, no Mont des Arts.
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O Mont des Arts é um jardim público em socalcos e complexo cultural entre a Place Royale e a cidade baixa, traçado sob Leopoldo II e redesenhado entre 1956 e 1969. O seu jardim, de René Pechère, é enquadrado pela Biblioteca Real da Bélgica e pelo centro de congressos Square, e o terraço superior tem vista sobre a cidade antiga até à torre da Câmara Municipal.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
O Manneken Pis é uma figura de fonte em bronze com 55,5 centímetros que representa um rapaz a urinar, na esquina da Rue de l'Étuve com a Rue du Chêne, a poucos minutos a pé da Grand-Place. Foi feita em 1619 por Jérôme Duquesnoy, o Velho; desde 1965 está aqui uma réplica e o original encontra-se no Museu da Cidade de Bruxelas. A figura é regularmente vestida com um dos seus cerca de 1000 trajes.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
edifício histórico · Bruxelas Fechado agora
A Câmara Municipal de Bruxelas ergue-se no lado sul da Grand-Place e é o único edifício medieval que resta na praça. Foi construída por fases entre 1401 e 1455 em gótico brabantino, com uma torre de 96 metros coroada por uma estátua de São Miguel. Os visitantes percorrem as salas de cerimónia com um videoguia, e as visitas guiadas ao fim de semana sobem à torre.
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