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O Forte Rinella é uma bateria costeira vitoriana construída pelos britânicos em 1878–1886 para albergar um único canhão Armstrong de 100 toneladas, um dos dois únicos canhões deste tipo que sobrevivem no mundo. A bateria conserva o canhão na sua plataforma, juntamente com os paióis, a caserna e a maquinaria a vapor que o carregava, e funciona como museu com guias em trajes de época.
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O Forte de Santo Elmo é um forte em forma de estrela construído em 1552 na ponta da península de Sciberras, antes de Valeta existir. Caiu após um mês de bombardeamentos no Grande Cerco de 1565 e foi reconstruído e ampliado pelos Cavaleiros. Hoje alberga o Museu Nacional da Guerra, cujas peças vão da pré-história à Segunda Guerra Mundial, incluindo a Cruz de São Jorge atribuída a Malta em 1942.
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atração turística · Qrendi A Gruta Azul é um arco marinho natural e um conjunto de grutas nas falésias calcárias da costa sul de Malta, por baixo das falésias de Qrendi. Pequenos barcos partem da enseada de Wied iż-Żurrieq para as grutas, onde a luz do sol refletida no fundo de areia branca torna a água de um azul intenso, mais forte de manhã. O arco também pode ser visto de um miradouro na estrada costeira.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
sítio arqueológico · Qrendi Fechado agora
Ħaġar Qim é um templo megalítico construído entre cerca de 3600 e 3200 a.C. numa crista sobre a costa sul de Malta e faz parte de um sítio Património Mundial da UNESCO. A sua fachada e as suas câmaras usam algumas das maiores pedras dos templos malteses, uma delas com cerca de sete metros de comprimento. A Vénus de Malta e as «figuras gordas» sentadas aqui encontradas estão no Museu Nacional de Arqueologia.
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sítio arqueológico · Qrendi Fechado agora
Mnajdra é um grupo de três templos megalíticos construídos entre cerca de 3600 e 2500 a.C. numa depressão sobre o mar, 500 metros abaixo de Ħaġar Qim, e faz parte de um sítio Património Mundial da UNESCO. O templo inferior está alinhado com o sol: nos equinócios, a primeira luz atravessa a direito a sua porta principal e, nos solstícios, incide nas arestas de lajes de pedra no interior.
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A Rotunda de Mosta, a igreja paroquial da Assunção, foi construída em 1833–1860 pelos próprios habitantes da aldeia segundo projeto de Giorgio Grognet de Vassé, inspirado no Panteão de Roma. A sua cúpula sem apoios intermédios está entre as maiores da Europa. A 9 de abril de 1942, uma bomba alemã perfurou a cúpula durante a missa e não explodiu; uma réplica está exposta na sacristia.
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O Museu Nacional de História Natural está instalado no Palazzo Vilhena, um palácio barroco francês construído em 1726–1728 para o grão-mestre António Manoel de Vilhena segundo projeto de Charles François de Mondion. Aberto em 1973, expõe rochas, minerais e fósseis, conchas, insetos e as aves, os mamíferos e a vida marinha das ilhas maltesas.
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A Catedral de Mdina, dedicada a São Paulo, foi reconstruída em 1697–1702 segundo projeto de Lorenzo Gafà, depois de um terramoto ter destruído a igreja medieval em 1693. A tradição situa-a no local onde o governador romano Públio recebeu o apóstolo Paulo. No interior há um pavimento de lápides de mármore, uma cúpula pintada com cenas da vida de Paulo e a Conversão de São Paulo, de Mattia Preti, na abside.
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A Porta de Mdina é a entrada principal barroca da cidade amuralhada, construída em 1724 sob o grão-mestre António Manoel de Vilhena segundo projeto do engenheiro francês Charles François de Mondion. Uma ponte de pedra atravessa o fosso seco até à porta, cuja face exterior ostenta as armas de Vilhena e cuja face interior mostra relevos dos santos Paulo, Públio e Águeda.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
sítio arqueológico · Mosta As Catacumbas de Ta' Bistra são um conjunto funerário romano tardio e bizantino dos séculos IV a VI d.C., nos arredores de Mosta, escavado na rocha numa fila de túmulos separados. Redescobertas em 1891 e restauradas pela Heritage Malta, incluem túmulos de janela, túmulos com baldaquino e mesas de ágape para refeições fúnebres, hoje vistas ao longo de um passadiço iluminado.
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O Palazzo Falson é um palácio medieval em Mdina, construído no século XIII e ampliado no XV, com portais e janelas góticos em torno de um pequeno pátio. De 1927 a 1962 foi a casa do colecionador Olof Gollcher, e a sua coleção de pinturas, pratas, armas e armaduras, mobiliário, tapetes e livros é mostrada nas salas como casa-museu.
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edifício religioso · Mdina O Priorado Carmelita, em Mdina, junta a igreja barroca da Anunciação, construída entre 1660 e 1675 segundo projeto de Francesco Sammut, a um priorado onde ainda vivem frades carmelitas. Os visitantes veem a igreja, o claustro, o refeitório, a cozinha e as celas dos frades. A revolta maltesa contra o domínio francês começou à sua porta, a 2 de setembro de 1798.
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O Museu da Catedral de Mdina ocupa o antigo seminário diocesano, um edifício barroco de 1733–1742, de Andrea Belli, em frente à catedral. As suas coleções incluem xilogravuras e gravuras de Albrecht Dürer, moedas da Antiguidade à época dos Cavaleiros, pratas sacras, paramentos, manuscritos e pinturas de artistas malteses e italianos.
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A Domvs Romana conserva os vestígios de uma rica casa urbana romana do século I a.C., descoberta em 1881 mesmo à saída das muralhas de Mdina. Os seus pavimentos de mosaico policromo, entre eles uma cena de pombas a beber de uma taça, são mostrados in situ, com estátuas de mármore da família imperial e objetos do quotidiano, num edifício museológico neoclássico de 1882.
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A Basílica de São Paulo, em Rabat, foi construída entre 1653 e 1683, segundo um projeto atribuído a Francesco Buonamici e concluído por Lorenzo Gafà, sobre a gruta onde, segundo a tradição, o apóstolo Paulo ficou depois do seu naufrágio no ano 60. A capela de São Públio, ao lado, é mais antiga, e a gruta por baixo guarda uma estátua de mármore do santo.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
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O Museu Wignacourt ocupa a residência barroca dos capelães dos Cavaleiros de São João em Rabat, fundada sob o grão-mestre Alof de Wignacourt no início do século XVII. Está ligado à Gruta de São Paulo, onde, segundo a tradição, o apóstolo viveu em Malta, e mostra pinturas de Mattia Preti e Antoine Favray, catacumbas e abrigos da Segunda Guerra Mundial.
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sítio arqueológico · Rabat Fechado agora
As Catacumbas de São Paulo são um grupo de cemitérios subterrâneos escavados na rocha fora das muralhas da cidade romana de Melite, usados a partir do século III d.C. para sepulturas pagãs, judaicas e cristãs. É possível entrar em mais de 20 túmulos; o maior tem duas mesas de ágape redondas talhadas na rocha, onde se faziam as refeições fúnebres.
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