Explorar Lisboa
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O Arco da Rua Augusta é o arco triunfal do lado norte da Praça do Comércio, planeado após o terramoto de 1755 e concluído em 1875 segundo projeto de Veríssimo José da Costa. Coroa-o um grupo escultórico de Célestin Anatole Calmels; um elevador e escadas passam por uma exposição na sala do relógio até um terraço sobre a Baixa e o Tejo.
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O Museu Nacional de Arte Contemporânea, conhecido como Museu do Chiado, foi criado em 1911 em parte do antigo Convento de São Francisco, no Chiado. Reaberto em 1994 em espaços adaptados por Jean-Michel Wilmotte, mostra pintura e escultura portuguesas a partir de 1850, de artistas como Columbano Bordalo Pinheiro, Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros.
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atração turística · Lisboa A Praça do Comércio é uma praça com cerca de 175 por 175 metros na frente ribeirinha do Tejo, traçada após o terramoto de 1755 no local do destruído Paço da Ribeira, como parte da reconstrução da Baixa pelo Marquês de Pombal. Edifícios com arcadas enquadram três lados, com uma estátua equestre do rei D. José I ao centro e o Arco da Rua Augusta a norte.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
Aberto agora · 21:00
O Museu da Cerveja ocupa salas com arcadas na ala nascente da Praça do Comércio, ao lado de um restaurante e de um terraço da mesma casa. O percurso interativo acompanha o fabrico da cerveja desde os mosteiros da Europa medieval, passando pela revolução industrial, até à cerveja artesanal portuguesa, e as salas estão decoradas com obras do pintor Júlio Pomar.
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O Lisboa Story Centre é uma exposição de história inaugurada em 2012 na ala nascente da Praça do Comércio. Com cenários multimédia, maquetas e filmes, acompanha a cidade desde a sua fundação mítica por Ulisses, passando pela época dos Descobrimentos, até ao terramoto de 1 de novembro de 1755 e à reconstrução da Baixa sob o Marquês de Pombal.
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O Centro Interpretativo da História do Bacalhau ocupa dois pisos do pavilhão do torreão nascente da Praça do Comércio. Salas com filmes, animações e uma simulação de dóri acompanham a pesca portuguesa do bacalhau ao largo da Terra Nova e da Gronelândia e a Frota Branca da Segunda Guerra Mundial, passando depois ao lugar do bacalhau na cozinha portuguesa.
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O Convento do Carmo foi fundado em 1389 pelo condestável Nuno Álvares Pereira para a ordem carmelita. A igreja gótica perdeu as abóbadas no terramoto de 1755 e nunca foi reconstruída, pelo que os arcos da nave estão a céu aberto. Desde 1864 as ruínas albergam o Museu Arqueológico do Carmo, com túmulos, escultura e achados desde a pré-história.
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A Sé de Lisboa é a igreja mais antiga da cidade, iniciada em 1147 depois de D. Afonso Henriques tomar Lisboa aos mouros. A fachada ocidental românica tem duas torres ameadas e uma rosácea; os terramotos, incluindo o de 1755, levaram a reconstruções góticas e barrocas. A visita inclui o coro-alto, o tesouro e o deambulatório.
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atração turística · Lisboa O Rossio, oficialmente Praça de D. Pedro IV, é desde a Idade Média uma das principais praças da Baixa de Lisboa, palco de mercados, touradas, revoltas e autos de fé da Inquisição. A calçada portuguesa com padrão ondulado rodeia a coluna de D. Pedro IV, de 1874, e dois chafarizes de bronze, com o Teatro Nacional D. Maria II no lado norte.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
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A Igreja de São Roque foi a primeira igreja jesuíta em Portugal: a primeira pedra foi lançada em 1555 e em 1565 foi redesenhada como uma nave única pensada para a pregação. Sobreviveu ao terramoto de 1755 praticamente intacta e passou para a Santa Casa da Misericórdia. A sua Capela de São João Baptista foi feita em Roma na década de 1740 e enviada por mar para Lisboa.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
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O Castelo de São Jorge ergue-se na colina sobre Alfama e a Baixa, num local fortificado pelo menos desde o século II a.C. e tomado aos mouros em 1147. Serviu mais tarde de paço real e de quartel. Os visitantes percorrem as muralhas e torres, veem um núcleo arqueológico com vestígios da Idade do Ferro e islâmicos e contemplam a cidade e o Tejo.
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A Igreja de Santa Cruz do Castelo ergue-se no bairro do Castelo, encostada à muralha interior da alcáçova do Castelo de São Jorge, no local de uma mesquita convertida após a conquista cristã de Lisboa em 1147. A atual igreja de nave única é a reconstrução de João Paulo após o terramoto de 1755, e os visitantes podem subir à torre sineira.
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atração turística · Lisboa O Miradouro de Santa Luzia é um terraço panorâmico junto à Igreja de Santa Luzia, em Alfama, com vista sobre os telhados do bairro antigo até ao Tejo. A pérgula está coberta de buganvílias e o muro sul tem dois painéis de azulejos, um da Praça do Comércio antes do terramoto de 1755 e outro do ataque cristão ao Castelo de São Jorge.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
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O Convento da Graça é uma igreja e convento agostinho na colina da Graça, fundado em 1271 e reconstruído em estilo barroco tardio após o terramoto de 1755; Afonso de Albuquerque foi sepultado na capela-mor em 1566. Um percurso com bilhete passa pelo coro-alto e pelos claustros até um terraço na cobertura, junto ao Miradouro da Graça.
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edifício religioso · Lisboa Fechado agora
O Mosteiro de São Vicente de Fora foi fundado por volta de 1147 por D. Afonso Henriques fora das muralhas da cidade; a atual igreja maneirista foi construída a partir de 1582, sob Filipe II de Espanha. O mosteiro guarda painéis de azulejos do século XVIII e o panteão dos reis da dinastia de Bragança, e o terraço da cobertura tem vista sobre Alfama e o Tejo.
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O Panteão Nacional ocupa a Igreja de Santa Engrácia, em Alfama, um edifício barroco de planta em cruz grega projetado por João Antunes e iniciado em 1682. A cúpula só foi concluída no século XX; desde 1966 guarda os túmulos de presidentes, escritores, da fadista Amália Rodrigues e de Eusébio, e o seu terraço tem vista sobre o Tejo.
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A Basílica da Estrela foi iniciada em 1779 para a rainha D. Maria I, que prometera construir uma igreja se tivesse um herdeiro, e foi a primeira igreja dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. A fachada branca tem duas torres sineiras e uma grande cúpula visível de toda a zona ocidental de Lisboa. No interior, mármores cinzentos, cor-de-rosa e amarelos revestem o chão e as paredes, e o túmulo da rainha está no transepto.
Entrada gratuitaNão precisa de bilhete
atração turística · Lisboa A Immersivus Gallery apresenta espetáculos de projeção digital no interior da Mãe d'Água das Amoreiras, o reservatório abobadado no fim do Aqueduto das Águas Livres, iniciado por Carlos Mardel em 1746 e concluído em 1834. As imagens são projetadas nas abóbadas e pilares de pedra em torno do tanque de água com 7,5 metros de profundidade; o edifício faz parte do Museu da Água da EPAL.
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O Museu do Oriente abriu em 2008 num antigo armazém frigorífico de bacalhau na frente ribeirinha de Alcântara, adaptado pela Fundação Oriente. As coleções abrangem a presença portuguesa na Ásia e as artes religiosas e performativas asiáticas, incluindo biombos japoneses, marionetas de sombras indonésias e a coleção Kwok On de máscaras e trajes.
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O Aqueduto das Águas Livres foi construído entre 1731 e 1799 por ordem do rei D. João V para levar água de nascente da zona de Belas até Lisboa por gravidade. A arcaria sobre o vale de Alcântara tem 941 metros de comprimento e 35 arcos, incluindo o Arco Grande, e resistiu ao terramoto de 1755. O Museu da Água abre o passeio pelo seu topo.
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